
"E eu desapareço como o orvalho antes do sol
Silêncio de nossas memórias interrompidas
Em nossos sonhos, tudo é sempre o mesmo... "
"As memórias recuantes em abundância
O tempo que está por vir se parece como o de ontem
Alguém estava lá para ver..."
"Fim da estrada (...)
Tudo mudou
Eu nunca quis ficar
Mas agora, tudo foi em vão..."
Silêncio de nossas memórias interrompidas
Em nossos sonhos, tudo é sempre o mesmo... "
"As memórias recuantes em abundância
O tempo que está por vir se parece como o de ontem
Alguém estava lá para ver..."
"Fim da estrada (...)
Tudo mudou
Eu nunca quis ficar
Mas agora, tudo foi em vão..."
( Fade, Theatre of Tragedy )
E eu simplesmente sinto aquele odor pútreo de passado: coisas voltando, pessoas reaparecendo, tempo retomando minha vida, tirando meu presente e fazendo tudo voltar ao que sempre foi, tudo ciclicamente retornado, tudo apenas no seu curso não-normal-estúpido-de-ser, aquela roda maldita que quando atinge sua circuntransmutação máxima retorna ao seu estado inicial... e quem sofre que não apenas a minha alma com esses infortúnios... haverá de saber que embora regresso e disforme ao que-nunca-desejou-ter-voltado sempre alguma marca há de ficar durante a trajetória nula dessa mística vida. E por tudo isso, não há NADA de ser em vão. Embora a dor ... a dor ... está latejante...
[ ~* [ - Seraphic Deviltry - Theatre of Tragedy - ] ~* ]
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